Espaço interior sensibilidade e estética ao conceito da funcionalidade

A equipa criativa da Catarino Mobiliário fala sobre

as novas tendências no Design e Decoração de Interiores

e nos desafios que se impõem à área


Decorar o espaço interior de uma casa é uma tarefa que cada vez menos é deixada ao acaso. As opções são muitas e quase tudo é permitido na procura pela combinação perfeita entre originalidade e conforto.
A empresa Catarino Mobiliário tem vindo a desenvolver este trabalho há alguns anos e considera que actualmente existe uma maior sensibilidade e outro tipo de exigência por parte do público em geral.
De facto, com a chamada globalização, todos têm livre acesso a uma maior informação ao nível do design e da decoração de interiores, “áreas que merecem uma atenção cada vez maior por assumirem um papel determinante na criação de espaços/projectos, que aliam sensibilidade e estética ao conceito da funcionalidade e sentido prático das vivências do quotidiano”, afirmam os profissionais.
Se até há bem pouco tempo o cliente dava mais atenção ao interior da casa, hoje em dia também o espaço exterior é alvo de grande atenção. Mas será o espaço interior mais importante que o exterior de uma casa? Para a equipa criativa da empresa de Febres, “existe uma tendência crescente para a abertura da casa para o exterior, como que numa tentativa e busca de extensão, ou prolongamento do espaço “casa”. Daí que as grandes marcas de mobiliário de exterior se destaquem, cada vez mais, em termos de mercado, lançando colecções “outdoor” que conquistam pelo conforto e design atractivos – que nos fazem sentir em casa… lá fora!”, consideram.
No que toca aos gastos efectuados e aos artigos em que cada pessoa está disposta a despender uma maior quantia, tudo depende do cliente. Há sempre pessoas que apreciam e continuarão a apreciar design e peças de autor. Segundo os profissionais de decoração de interiores, são estas pessoas que consideram “a compra de um dado artigo com assinatura como sendo um investimento e não um gasto, seja uma cadeira, um sofá, ou um quadro”. No entanto. os responsáveis não deixam de realçar que, por outro lado, existem ainda os clientes que preferem investir na “base”, ou seja, sofás, mesa de jantar cadeiras, cama, entre outras peças de mobiliário, mas que não gostam de se exceder em termos da compra de acessórios (tapetes, candeeiros, quadros). “Isto porque. caso pretenda afterar a decoração no futuro, mais facilmente conseguirá substituir este tipo de acessório do que o sofá, ou a mesa”, salientam. O dinheiro é, de facto, uma barreira entre nós e a casa dos nossos sonhos. Ainda assim, a equipa criativa da Catarino Mobiliário não tem dúvidas em afirmar que é possível decorar uma casa com bom gosto e pouco dinheiro. “Felizmente, hoje em dia não há limites para a criatividade. É sempre possível o equilíbrio. Ou seja. poder-se-ão seleccionar os elementos chave mais exigentes em termos de investimento, mas aliar a eles outros cujo investimento seja mais reduzido. de forma a encontrar um solução economicamente equilibrada e nem por isso menos agradável visual mente”.

E se em tempos de crise se poderia pensar que o design de interiores é uma área abandonada, desenganem-se os mais cépticos. As pessoas continuam a recorrera esta área “cada vez mais”. Para a equipa de profissionais da empresa de Febres. ‘o profissional da área do design, ou da decoração de interiores, surge como um orientador que apoia e ajuda à selecção das melhores opções. A sua formação téorica especializada e a sensibilidade estética acrescida permitem ao cliente uma maior segurança na escolha dos vários elementos que poderão ajudar à concepção e concretização de um projecto de interiores”.

Quanto à exigéncia o público hoje em dia, esta é tendencialmente maior, até porque falamos com pessoas cada vez melhor informadas. “Daí que o profissional da área  da decoração de interiores seja, também ele, sujeito a um permanente reciclagem dos seus conhecimentos. Não basta estar no mercado.Toma-se imprecíndível manter-se actualizado para que, consequentemente, o seniço prestado seja cada vez melhor”, esclarecem os responsáveis.

Em termos dos elementos mais valorizados, a luz merece algum destaque no que toca à primazia no interior de uma casa, quer a nível estético, quer a nível ambiental. “Quando o gente procura soluções de iluminação procura não só o candeeiro que esteticamente mais lhe agrada ou que melhor se enquadra no espaço mas. também a solução que em termos de consumo energético seja mais atractiva. Isto no que à luz artificial diz respeito. Mas e se falarmos de luz natural? “Se falarmos de luz ambiente/natural, a tendência será para a criação de espaços onde se possa tirar partido da luz solar. Ou seja janelas de maior dimensão e com características que permitam o seu enquadramento no espaço interio de forma elegante e discreta, para que a casa usufrua da exposição solar sem limitações”.

Quanto aos diferentes espaços, se estabelecermos as diferenças entre decorar um quarto para crianças ou um quarto para adultos, os profissionais consideram que “para qualquer um dos casos, não há limites. Ou seja, não poderemos falar de um maior grau de exigência para uma ou outra situação. Tudo dependerá do espaço disponível e do cliente em causa. Afinal, cada projecto deverá ser encarado como um desafio e não como uma dificuldade”. Os desafios que se apontam à profissão continuam a ser e serão sempre “conseguir apreenderas sonhos do cliente. Ou seja, concretizar um projecto personalizado, não em função dos gostos do designer, mas sim conseguindo ajudar cada cliente a concretizar o que deseja, excedendo mesmo as suas expectativas. Compreender e assimilar a sua forma de ser e estar, espelhando esse entendimento num projecto de Interiores. Isto para que cada cliente se reveja no resultado final e se sinta confortável no seu espaço, na sua Casa, espelhando o seu próprio “EU”, tão único e especial”.

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